Bolsa Escola

Como um programa de transferência direta de renda, o programa federal auxiliou diversas famílias que tinham condições precárias de sobrevivência. Foi de certa forma o antecessor de outro importante e, talvez, programa social mais conhecido, o Bolsa Família. Neste artigo, te mostrarei como eram realizados os benefícios e as semelhanças com o atual programa de assistência social que auxilia mais famílias hoje do que a décadas atrás.

Bolsa Escola - Programa de auxílio à educação

Bolsa Escola – Programa de auxílio à educação

Quem tem direto ao Bolsa Escola?

Cada família que recebia o recurso mensal do governo contava com aproximadamente R$ 15 que era concedido a cada criança ou adolescente que estava matriculado em uma escola. Entretanto, havia um limite de beneficio concedido, isto é, só tinha o direito da assistência governamental quando a família tinha até 3 filhos.

O acompanhamento para a manutenção da bolsa era através da comprovação de frequência escolar a qual deveria ser de no mínimo 85% assim como também a família ter uma renda mensal comprovada de ate R$ 90 (que era o valor da época).

Para alguns, a taxa de frequência era considerada muito alta, entretanto, a mesma não deveria ser menor do que a estipulada uma vez que, a principal atividade de crianças e adolescentes é o estudo, sendo vetada a possibilidade de que os alunos trabalhem antes de alcançarem a maioridade.

A dedicação ao estudo deveria ser visto como um fator prioritário enquanto o trabalho futuro a consequência natural de toda uma preparação. Assim sendo, quanto mais o aluno se dedica aos estudos maiores são as suas chances de alcançar melhores condições de trabalho e renda. Um programa como o Bolsa Escola foi considerado um grande avanço em termos de assistência social por oferecer uma solução ao que era considerado o principal problema da sociedade brasileira: a evasão escolar e a alta taxa de analfabetismo.

Bolsa Escola Bloqueado

De duas formas: O aumento da renda mensal, ou seja, se a família passasse a garantir seus recursos com o valor superior a R$ 90. Mas também era possível perder o beneficio se a criança ou adolescente evadisse da escola ou então tivesse alcançado uma taxa de faltas superior a 15 % do total.

Por incrível que pareça a perda do beneficio era realizado com o numero de faltas registradas. Dessa forma, era considerado “beneficio bloqueado” para quem não atendesse os requisitos e metas, as quais eram consideradas conhecidas por todos os assistidos no programa. Porem, outro quesito que também poderia influenciar e provocar a suspensão do recebimento da Bolsa era se o estudante mostrasse um desempenho escolar muito abaixo da media.

Por ora, o programa como um incentivador tinha como um dos seus propósitos motivar os alunos assistidos a terem maior dedicação aos estudos, ou seja, qualquer fator que demonstrasse o contrário era inaceitável.

O valor que era repassado às famílias (R$ 15 para cada aluno matriculado) servia de custeio para suprir as despesas básicas como, por exemplo, a aquisição de novos materiais escolares, os quais sempre tiveram um preço mais elevado.

Com a Bolsa Escola, o aluno poderia, dessa forma, comprar seus materiais básicos para poder estudar como os demais alunos de sua escola. Este programa que auxiliou muitas pessoas durante sua implantação mostrou que, com um pequeno auxilio é possível fazer com que as pessoas começassem a melhorar suas vidas e se sentissem mais amparadas em suas dificuldades.  Agora, que tal deixar a sua opinião sobre o assunto nos comentários abaixo? Até mais!

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